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Tempora Mutantur

Espetáculo de Narração de Histórias (PARA ADULTOS)
Contador: Celso Sisto
Tempo de duração: em torno de 50 minutos

TEMPORA MUTANTUR..., isto é "os tempos mudam". Sempre mudam. Principalmente quando se trata de histórias nascidas e preservadas pela memória do povo.

O espetáculo TEMPORA MUTANTUR é uma tentativa de reunir, lado a lado, algumas das versões mais conhecidas no Brasil, da famosa "Chapeuzinho Vermelho", desde a mais trágica até a mais dramática e filosófica, sem deixar de passar pelo humor e pela visão infantil como forma de releitura.

Entre uma história e outra há a voz do "(en) cantador" de histórias, seus comentários, seus recursos cênicos e sua interpretação recheada de emoção.


PROGRAMA DO ESPETÁCULO

1. "Chapeuzinho Vermelho" (versão do conto mais ou menos como era narrado ao redor das lareiras, nas cabanas dos camponeses, durante as longas noites de inverno, na França do século XVIII)

2. "Chapeuzinho vermelho de raiva", de Mário Prata

3. "Fita verde no cabelo", de Guimarães Rosa

4. "Chapeuzinho Amarelo", de Chico Buarque

5. "Chapeuzinho Vermelho", de James Finn Garner (numa versão politicamente correta!)

O espetáculo TEMPORA MUTANTUR foi criado para o V Festival Internacional Del Cuento. Los Silos, Tenerife, Ilhas Canárias, Espanha. Convento de San Sebastián. Sua estréia foi no dia 06/12/2002.

Recentemente o espetáculo foi convidado para fazer parte da Maratona de Histórias do Simpósio Internacional de Contadores de Histórias “Um encontro para muitas vozes”, realizado na Biblioteca Pública do Rio de Janeiro, Sesc-Copacabana e Puc-Rio, no Rio de Janeiro, de 4 a 8 de maio de 2002.


CONDIÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DO ESPETÁCULO

PÚBLICO ALVO

O espetáculo destina-se ao público adulto: professores, estudantes de cursos de Letras, Pedagogia , Artes.

NÚMERO DE PESSOAS POR ESPETÁCULO

É importante que o público de cada uma das sessões do espetáculo TEMPORA MUTANTUR não seja muito numeroso. Talvez em torno de 80 a 100 pessoas. Públicos muito numerosos destroem, de certa forma o clima de intimidade, e principalmente, se estiverem sentados em lugares desconfortáveis, como chão, esteiras, tatames, etc.

ESPAÇO

O espetáculo não exige, a princípio, nenhum espaço especial, mas é bom que o espaço seja aconchegante, com uma boa acústica, sem nenhum tipo de interferência sonora externa. É impossível a apresentação do espetáculo em quadras esportivas, lugares abertos, tipo shopping ou ginásios de esportes.

O espetáculo também não pode ser apresentado em espaços ao ar livre ou qualquer espaço aberto. É preferível locais pequenos, sem obrigatoriedade de palco, em que o contador possa manter uma certa proximidade física com o público. Não é possível a apresentação do espetáculo em espaços amplos porque a utilização de microfone para narrar as histórias comprometeria a qualidade do espetáculo.

ILUMINAÇÃO

O espetáculo não exige nenhum tipo de iluminação especial. É importante que o contador de histórias veja a platéia durante a sua apresentação. O retorno na expressão do público é peça fundamental de um espetáculo de narração de histórias.

SOM
Durante o espetáculo não há utilização de música gravada. Se for possível, será utilizada trilha sonora, antes do espetáculo, para criar um clima.

NÚMERO DE APRESENTAÇÕES POR DIA

É recomendável que em cada cidade seja apresentado não mais que 2 espetáculos por dia. Obrigatoriamente em turnos diferentes.